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Em Frente

Avante sempre!

Unilateral

Eu quis te enviar uma mensagem assim que cheguei em casa e ouvi as novidades, mas como você já sabe, eu não enviei.

Afinal, não posso. A partir de agora as minhas novidades são apenas minhas.

Essa cama que compramos para sua dor nas costas é apenas minhas.

O ar condicionado para nossos finais de semana mais confortáveis agora gelara apenas para mim.

O teu travesseiro duplo vai continuar aqui para lembrar que eu só preciso e um e não de 3.

A TV que compramos juntos ainda passa a nossa série, mas agora eu vejo ela sozinha.

A prateleira que a gente colocou juntos para os meus livros, engraçado, mas ela havia despencado enquanto o meu mundo fez o mesmo. E enquanto eu tentava juntar os cacos por dentro de mim, eu tive que juntar também cada livro que estava no chão, e dentre eles os alguns que me deu.

No meu guarda-roupa ainda está tuas coisas, na minha conta ainda tem o teu dinheiro.

Em mim ainda tá teu cheiro, no meu olhar ainda consta o teu sorriso. No meu gosto, ainda sinto o teu.

No meu choro ainda quero teu abraço.

Estou com o telefone na mão esperando tocar para me dizer que está tudo bem e que podemos retornar aos planos que fizemos.

E por algumas horas eu estou aqui olhando para o nada e pensando em como juntar os cacos, tentando achar uma maneira de pegar a parte de mim que ficou com você.

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Feliz 1 ano!

O texto de hoje não é como os outros dias, hoje só quero agradecer.
Os dias passam e muitas vezes só reclamamos e não sabemos agradecer.
Eu, como muitos aqui que investem tempo e amor nos blogs, geralmente fazemos isso sem esperar nada em troca. Mas é tão engraçado e gostoso estar olhando o face e do nada ver um compartilhamento de um texto meu lá. Ou receber mensagens no twitter de gente que apenas quer um conselho ou só conversar.

Eu encontrei tantos anjos aqui e por mais que eu esteja sempre sem tempo e muitas vezes sem o que escrever, gostaria de continuar aqui. São coisas simples que fizeram desse último ano uma benção na minha vida.

É ótimo compartilhar meus sentimentos e ver que não estou sozinha. A dor é bem menor quando compartilhada e a alegria se multiplica quando somada.

 

E nesse um ano que passou, não sei se foi o melhor que poderia ter sido e nem se foi o pior de todos, sempre acredito que seja apenas diferente.

A cada ano eu sinto o quanto cresço e evoluo. Nesses últimos anos me vi no meio de muitas tempestades, com os mais diversos puxões de tapete do destino.

Pude ver o como não se morre depois de perder um amor. Que, aliás, esse amor pode se materializar de várias outras formas, principalmente quando se tem amigos.

Aprendi que realização profissional nada tem relação com carteira cheia. E sim uma satisfação enorme de dever cumprido e um punhado de amor ao que se faz.

Hoje vejo o quanto o ditado que diz sobre “quanto menos tempo eu tenho, mais coisas consigo fazer” é a pura realidade.

E a cada ano é uma nova descoberta e novos “eus” surgem pelo caminho para mostrar que podemos ser sim melhores a cada passo e que é errando que se aprender.

Então, Obrigada à você que fez parte desse um ano de blog e de vida!

Incrível é ter te encontrado

Nada melhor do que um sorriso sincero e alguém que te faça rir. É raro encontrar uma pessoa que em meio ao tumulto do dia a dia ainda tire tempo para te fazer feliz, para que – segundo ele – possa ser feliz também. Que consiga te fazer gargalhar com as menores coisas e que faça isso tão bem que chega a doer a barriga. E pouco me importa se é em lugares públicos, e que a gargalhada saia alto e me faça chorar de tanto rir. Eu estou feliz e não me importo com os comentários. Incrível é quando a pessoa vai embora e você repara o quanto suas bochechas doem de tanto que riu, e o rastro de paz que ela deixa.

Ao lembrar-me dos momentos é de se reparar o quanto a intimidade vai se firmando com o tempo. Como de início nem se tinha o objetivo de um relacionamento – pelo menos eu não tinha. Como é estranho ler nossa primeira conversa, de quem chegou como quem não quer nada e no fim se tornou tudo. Você tinha imaginado que isso ia acontecer? Porque eu juro que não achei.

Lembro ainda da sensação de medo do primeiro encontro, mesmo não sabendo por qual motivo, eu tive. Talvez de que fosse um psicopata, porque não?

E milhares de inseguranças, por medo de me machucar, de que não gostasse de mim… Só que desde o dia em que nos falamos na ligação, a vontade de te conhecer só crescia. E continua a crescer até hoje. Sempre te conhecer mais e mais, faz com que fortaleça o que eu sinto por ti, por me dar a certeza de saber quem tu és e mais certeza ainda de te amar por inteiro.

Acho tão lindo quando você fala, com teu jeito de menino, os momentos que a gente já passou. Fico tão feliz em saber que curtiu cada um deles tanto quanto eu. Sei que pode ser coisa de início, afinal pode mesmo. Pode ser que com o tempo não seja mais assim, mas eu quero e espero que não.

A maioria dos relacionamentos começam com a atração externa, puramente física, e que depois é que se conhece verdadeiramente e ai sim se apaixona. E foi o contrário. Conheceram-se as particularidades para depois o conjunto. E isso deixa a relação mais firme, ao meu ver.

Enfim, incrível é ter te encontrado.

Ajude e entenda

Tenho me encontrado em uma bola de neve de frustrações e ansiedade. Aliás, ela não corre atrás de mim, eu é que estou sufocada dentro dela.

Você já tentou ser o melhor de si e só conseguiu ter o reflexo contrário disso?

Quando tudo o que você possuía, num momento existia e agora não existe mais. E você tenta de todos os jeitos segurar as pontas para que nada desmorone e no fim você é que está desmoronando.

E você tenta correr contra a máquina enquanto tenta ajudar todos a sua volta. Quer abraçar o mundo enquanto seu braço não consegue enlaçar nem a geladeira.

Quer ser útil, prestativa, bem sucedida, educada, feliz… Enquanto só consegue atrapalhar, se enrolar, cair sucessivas vezes, estar continuadamente cansada e frustrada por tudo estar desandando.

Já não consegue mais ler seus livros, ou escrever o quanto gostaria. Os pés já estão nos lugares das mãos, seu coração já saiu da boca faz tempo e a razão está perdida em algum lugar por ai.

E a única coisa que você deseja é que as pessoas entendam que não está fácil para você, e por mais que não esteja fácil para ninguém, que entendam que o seu enrolar não é maldade, não é egoísmo ou egocentrismo. Não é falta de sentimento com o outro e nem negligencia. E sim um pedido de socorro e sossego.

Por favor, ajude e entenda! Não julgue.

O silêncio

Eu vou deixar o silêncio dizer. Bem, você sabe, ele fala.

Ele tem falado mais comigo do que você ultimamente.

Tem me feito companhia e me abraçado enquanto você esteve ocupado de mais.

Tem me dado os melhores beijos. Seja de carinho, paixão ou solidariedade.

Ele esteve do meu lado enquanto a lagrima caia e entendido os meus problemas e angustias.

Até nos momentos bons foi ele que sorriu comigo.

No meu mais intimo ele tem me feito bem. Mas às vezes ele me sufoca e eu quero barulho.

Ele me chamou para sair esses dias enquanto você quis ficar em casa. E sabe… quase que ele me levou de você.

Ele tem me mostrado que quando não se sabe o que fazer, o melhor é ficar com ele. Em silêncio.

As cinco linguagens do amor

Olá anjos, tudo bem?

Se já acompanham o blog a um tempo, devem lembrar que dei a dica de um livro chamado “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, clique aqui para ver. Aliás, se alguém chegou a ler a obra, gostaria de saber como foi a experiência.

Eu não tenho lido muitos livros ultimamente. Mas estou lendo um no qual ainda não o conclui mas achei tão incrível como o citado acima. Eles tem um objetivo parecido, que é  o de melhorar a convivência com as pessoas, mas o que venho citar hoje é envolvendo a questão do relacionamento conjugal. Vou colocar aqui uma parte, com pequenas modificações, do primeiro item do livro. Espero que gostem e se inspirem.

” 1. O que Acontece com o Amor Após o Casamento?

Um amigo me perguntou o que acontece com o amor após o casamento. Pois este já havia se casado três vezes e em cada uma delas tudo era muito bonito até o enlace matrimonial. Em algum lugar, depois do sim, as coisas mudavam. Todo amor que ele ima­ginava que tinha por elas, e todo amor que elas pareciam ter por ele, evaporavam-se. Então lhe perguntei:

— Quanto tempo você ficou casado?

— O primeiro casamento durou cerca de dez anos. O segundo, três, e o último, seis anos.

— O amor evaporou-se imediatamente após o casamen­to, ou foi uma perda gradual?

— Bem, o segundo casamento já não deu certo desde o começo. Não entendi o que aconteceu. Pensei que nós real­mente nos amávamos! No entanto, a lua-de-mel foi um de­sastre e depois disso jamais nos recuperamos. Tivemos um período de seis meses de namoro, um romance arrebatador. Estávamos realmente entusiasmados. Mas… foi só nos casar­mos, para que nossa vida virasse uma batalha sem trégua. No primeiro casamento, tivemos uns três ou quatro anos bons, antes que o primeiro filho nascesse. Daí em diante ela deu toda sua atenção para a criança e parecia que não preci­sava mais de mim!

— Você disse isso a ela?

— Disse sim! Mas ela respondeu que eu estava maluco e não compreendia o que era ser uma babá 24 horas por dia. Reclamou, inclusive, que eu deveria ser mais compreensivo e ajudá-la mais. Eu tentei, mas parecia que não fazia diferen­ça alguma. Daquela época em diante afastamo-nos ainda mais. Depois de certo tempo não havia mais amor, só indife­rença. Concordamos que o nosso casamento se acabara.

— E seu último casamento?

— O meu último casamento? Eu realmente pensei que ele seria diferente! Já estava divorciado há três anos. Namo­rei 24 meses com minha esposa. Achei que realmente sabía­mos o que fazíamos e pela primeira vez na vida senti que realmente amava alguém. Pensei que ela me amasse de ver­dade!

Ele prosseguiu:

— Acredito que jamais mudei depois do casamento. Con­tinuei a dizer-lhe que a amava, da mesma forma que fazia antes de nos casarmos. Declarava o quanto ela era bonita e como estava orgulhoso de ser seu marido. Porém… apenas alguns meses após o casamento ela começou a reclamar. No início era de coisas pequenas, tais como o fato de eu não levar o lixo para fora ou não guardar minhas roupas. Depois, come­çou a agredir o meu caráter, ao dizer-me que não podia confi­ar em mim e acusou-me de ser-lhe infiel. Tornou-se totalmen­te negativista. Ela jamais reclamava de alguma coisa. Tudo que eu fazia era maravilhoso. Bastou casarmo-nos, para que de repente eu não fizesse mais nada certo! Então gradativamente perdi meu amor por ela e fiquei magoado. Era óbvio que ela não me ama­va mais. Concordamos que não havia mais motivo para conti­nuarmos juntos e nos separamos.

Ele fez uma pausa e continuou:

— Isso foi há um ano. Minha pergunta, então, é: O que acontece com o amor após o casamento? Minha experiência é algo comum? É por isso que temos tantos divórcios? Não dá para acreditar que isso tenha acontecido três vezes comi­go! E aqueles que não se separam? Eles aprendem a viver com o vazio em seus corações, ou o amor permanece vivo em algum casamento? Se isso sucede, como é que acontece?

As perguntas feitas são as mesmas realizadas hoje em dia por milhares de pessoas. Algumas respostas são dadas em vocabulário téc­nico de psicologia, e são simplesmente incompreensíveis. Outras vezes são levadas para o lado do humor. Mas, de forma geral, é como oferecer aspirina a uma pessoa com câncer.

O desejo de ter-se um amor romântico no casamento está profundamente enraizado em nossa formação psicoló­gica.

Mesmo com tantos livros, revistas e ajuda disponível, por que aparentemente tão poucos casais parecem ter desco­berto o segredo de manter vivo o amor após o casamento?

Devemos estar dispostos a
aprender a primeira linguagem
do amor de nossos cônjuges,
se quisermos comunicar o
amor de forma efetiva.

A resposta às perguntas anteriores é o propósito desta obra. Não desejo afirmar que todos os livros e artigos já pu­blicados não ajudem. O problema é que não levamos em conta uma verdade fundamental: As pessoas falam diferentes lin­guagens do amor.

Na área da lingüística há alguns grandes grupos de idiomas: japonês, chinês, espanhol, inglês, português e outros. A maioria de nós aprende so­mente a língua de nossos pais e irmãos, nossa primeira lin­guagem. Mais tarde, podemos até aprender outros idiomas, mas em geral com mais dificulda­de. Então surge o que chamamos de nossa segunda lingua­gem. Falamos e compreendemos melhor nossa língua nati­va. Sentimo-nos mais confortáveis ao falá-la.

Mas quanto mais utilizarmos uma língua secundária, mais à vontade nos sentiremos para expressá-la. Se falarmos somente nosso idioma, e encontrarmos alguém que também só fale o seu (diferente do nosso), a comunicação entre nós será bem limitada. Poderemos até nos entender, mas será uma co­municação bem rudimentar. As diferenças de linguagem fa­zem parte da cultura humana. Se quisermos ter um bom in­tercâmbio cultural, será necessário aprendermos a lingua­gem daquele com quem desejamos nos comunicar.

O mesmo acontece no âmbito do amor. Sua linguagem emocional e a de seu cônjuge podem ser tão diferentes quan­to é o idioma chinês do inglês. Não importa o tanto que você se esforce para manifestar seu amor em inglês, se seu cônju­ge só entende chinês; jamais conseguirão entender o quanto se amam.

O meu amigo do avião usava a linguagem das “pala­vras de afirmação” para sua terceira esposa quando disse a ela o quanto a achava bonita, o quanto a amava e o quanto se orgulhava de ser seu marido. Ele utilizava a linguagem do amor, e era sincero, mas ela não a entendia. Talvez ela procu­rasse o amor em seu comportamento, mas não o encontrou. Ser sincero não é o suficiente. Devemos estar dispostos a aprender a primeira linguagem de nosso cônjuge, se quiser­mos comunicar eficazmente o nosso amor.

Minha conclusão, após vinte anos de aconselhamento conjugai, é que existem, basicamente, cinco linguagens do amor. Em lingüística, um idioma pode ter inúmeros dialetos e variações. Semelhantemente, com as cinco linguagens emo­cionais básicas do amor, também há vários dialetos.

Já se sabe há bastante tempo que no período da pri­meira infância uma criança desenvolve formas emocionais únicas. Por exemplo, há algumas que possuem um padrão muito baixo de auto-estima, ao passo que outras o têm mui­to elevado. Algumas desenvolvem padrões de insegurança, enquanto outras crescem sentindo-se seguras. Algumas se sentem amadas, queridas e apreciadas, e outras, mal-amadas, incompreendidas e desapreciadas.

As crianças que se sentem amadas por seus pais e ami­gos desenvolvem a linguagem do amor emocional, com base em sua formação psicológica única e também de acordo com a forma que seus pais e outras pessoas próximas lhe deram carinho. Elas falarão e entenderão sua primeira linguagem do amor. Mais tarde elas poderão aprender outras línguas para se comunicarem, mas sempre se sentirão mais confor­táveis com o primeiro idioma que aprenderam. Crianças que não se sentem amadas por seus pais e amigos também de­senvolverão uma primeira linguagem do amor.

O aprendizado dessa língua, porém, será distorcido e apresentará defeitos da mesma forma que alguém que rece­be uma educação com falhas na gramática e desenvolve um vocabulário limitado. Essa limitação não significa que essas pessoas não venham a ser boas comunicadoras. Implica, sim, que terão de trabalhar mais diligentemente do que os que cresceram na atmosfera do amor saudável.

É muito raro que marido e mulher tenham a mesma primeira linguagem emocional do amor. Nossa tendência é falar nossas primeiras linguagens do amor e ficamos confu­sos quando nosso cônjuge não compreende o que desejamos comunicar. Expressamos nosso amor, mas a mensagem não chega compreensível porque, para eles, o que falamos é uma língua desconhecida. Aí se encontra o problema.

Desde que você identifique e aprenda a falar a primei­ra linguagem do amor de seu cônjuge, creio que terá desco­berto a chave para um amor conjugal duradouro. O amor não pode evaporar-se após o casamento! E se quisermos que ele compreenda o amor que lhe desejamos comunicar, deve­mos expressá-lo na primeira linguagem do amor.”

O amor da minha vida

Primeiramente gostaria de fazer um apelo aos inventores/construtores. E acredito que falo por todas as pessoas que assim como eu gostam de colocar seus bons pensamentos no papel… Por favor, inventem algo que passa estar comigo no chuveiro. Que possa ficar dentro do box para quando o pensamento vier eu transcrever.

A reflexão não vai estar tão original como a que eu pensei no chuveiro, mas vamos lá.

Estive pensando no amor. Será que todos amam como dizem? Será que você ama o tanto que costuma profanar?

Eu já li textos e também já escrevi muito sobre esse substantivo. Já vi variados pontos de vista que nos levam a crer que já amamos. Mas por favor, me digam quais desses autores inventaram o amor e onde posso confirmar que realmente todas aquelas declarações e explicações estão corretas. Quem me garante que não foi paixão?

Sabe, não sei se é exatamente amor. Mas de todas as concepções para mim essa é a que mais se encaixa nisso: Quando eu vi aqueles olhos eu senti o coração pulsar mais rápido. E ao tocar aquela pele, me trouxe uma sensação única de felicidade e necessidade de estar sempre por perto e proteger.

Cada vez que eu olhava para o seu rosto eu sentia algo que nem ao menos consigo transcrever para explicar a vocês. Era uma mistura de medo, de nunca mais segurar aquela mão, de não poder sentir aquele abraço, que aliás é o melhor abraço do mundo. Que acompanhada com aquele sorriso me trazem a felicidade plena.

Ao ver a dor que percorria no corpo daquele ser, só me fazia querer suga-la e ficar toda para mim. Eu não pensaria duas vezes antes de dar a minha vida em troca da sua, aliás eu nem teria que pensar nessa opção. E ao ouvir seu choro, meu coração se partiu em pedaços. Tamanha era a angustia de ver a lagrimas correndo sem ao menos saber como ajudar. Até que depois de uns embalos e carinhos, as lagrimas paravam e ela dormia.

Eu vi minha irmã crescer sem parar. E hoje com cinco anos eu sei que nela se concentra o maior amor que eu poderia sentir na vida. Seja lá qual for a definição real dessa palavra. Em todo o mundo o amor mais puro que eu senti e vi reciprocidade foi o dela.

Sei que várias pessoas me amam. Talvez alguns da mesma forma como eu a amo. Mas perdoem-me por dizer que esse sentimento vindo de mim de modo mais puro é totalmente dela.

Esqueça o valor financeiro nesse dia dos namorados

Eu gostaria que você soubesse que eu não quero jantares caros em lugares lotados. Se você fizer um arroz com ovo, ou aquele sanduíche que é da sua especialidade eu juro que amarei mais, e olha que nem precisa ser a luz de velas.
Eu juro também que eu não quero nenhuma prova de amor maluca, eu só quero ver o teu sorriso ao me encontrar e sentir que minha presença é especial pra você.
Eu não quero flores, não quero que as mate para impressionar a mim ou aos outros. Se você por acaso quiser plantar uma em seu jardim e disser que é pra mim, verá no meu sorriso o mais sincero agradecimento pelo gesto.
O presente não precisa ter valor financeiro. Se me fizer um desenho e me escrever uma carta valerá cada linha e o carinho emanado.
Nessa data eu não quero alimentar o comércio, não quero os clichês caros. Eu quero que nesse domingo eu possa lembrar o porquê estamos comemorando, o real sentido desse dia. Só peço que não seja só nessa data. Que possamos lembrar-nos do amor que nos une em todos os dias que passarmos juntos. Quem ama não da importância para os valores, mas para os pequenos gestos e atitudes que transformam esse dia.
Eu pensei no seu presente de modo que juntasse o que você é, com o que você gosta e um momento que vivemos juntos. Espero ter acertado.
Quero que o esforço de São Valentim não tenha sido em vão e que o amor se propague sempre por todas as pessoas, nesse dia 12 e nos outros dias do ano também!

“Se eu não bebo, ninguém vai beber”

Eu li no site Geração de Valor, um texto onde começa contando a história de dois homens que caíram de avião em um deserto, e depois de caminharem por dias avistaram uma garrafa de água. Correram desesperadamente na direção daquilo e até lutaram por ela. E durante esse confronto um chutou-a sobre a areia, derramando toda água. Os dois morreram de sede horas depois.

Muito mais sensato seria se os dois dividissem a água, já que garantiriam um pouco mais a sua sobrevivência. Mas “se eu não bebo, ninguém vai beber”.

E na sociedade infelizmente é assim. As pessoas estão cheias de egoísmo e inveja. Onde tudo vira uma competição; uma busca incansável de ser melhor que o outro. Mas quando o objetivo não é alcançado, culpam o universo e as pessoas que estão à volta, menos a si próprios. Optando por se achar injustiçado.

Para essas pessoas, ver um amigo subir no lugar mais alto não é mais motivo de felicidade e sim de menosprezar a conquista alheia. Sendo que o que ele mais nega é o desejo de ter conquistado o mesmo.

“ “Se eu não bebo, ninguém vai beber” é o lema dos invejosos, é o lema dos que não tiveram a dignidade de assumirem os seus erros […] e lutarem pelos seus projetos.”

Lutar por seus sonhos não é pecado. Ao contrário, deve-se lutar para conquistar um lugar de destaque. Sem nenhum peso na consciência por querer trabalhar e se esforçar para se destacar.

Ou por “assumir que você quer ter sucesso, quer ganhar bem, quer prosperar, quer ter o melhor, a melhor casa, o melhor carro, a melhor carreira, o melhor reconhecimento, quer dar o melhor para sua família, quer o melhor projeto, a melhor satisfação pelo sentimento de dever cumprido.”

Não somos iguais. Plantamos sementes diferentes, então não colheremos os mesmos frutos. E isso é justo. Colher o que se planta é uma lei da natureza. E quem não entende isso, só pensa que “Se eu não bebo, ninguém vai beber”.

Leia esse texto na integra AQUI

Texto adaptado do site citado.

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